Sunday, January 10, 2010

É chegado o fim.

O ruim do fim dos relacionamentos é que não sabemos o que fazer pra preencher os dias que se tornam vazios e solitários e longos. O céu fica cinzento, as piadas tornam-se sem graças, qualquer beijo de novela faz chorar, as lembranças tomam conta do pensamento, o nó na garganta sufoca, no estômago um enjoo sem porque, e no coração.. bem, no coração a dor mais curél, a certeza do fim, e a terrível saudade, a dor de termos sido insuficientes um para o outro. Esse vazio fez com que eu batesse um papo com a minha razão, e juntas, chegamos a conclusão de que assim talvez seja melhor. Talvez o fim tenha caído-me como um favor. É, você pode está se perguntando o por que seria um favor, pode está achando que essa é uma das piores conclusões que pode-se chegar, mas não, foi um favor: pois está me permitindo crescer através dos meus erros e dos erros do outro e isso soma futuramente.. E que sofrer não é a solução é melhor manter acesa uma chama de esperança no coração, nenhum sofrimento é absoluto e Deus não dá nada que não possamos suportar e a vida não é constituída só de coisas boas, tem os momentos difíceis que apesar de toda dor que trazem são os mais importantes para o amadurecimento. Nessa nova fase eu ganhei uma nova amiga, a solidão.. talvez ela não seja má companhia, talvez nós consigamos nos entender, mas só por um tempo. Tempo! Esse também é o meu mais novo amigo e aliado. Apesar que eu não concordo com a maioria das pessoas que dizem que ele cura tudo.. Pra mim, ele não cura nada só tira o incurável do centro das atenções. O incurável, nunca cicatriza, só fica adormecido e basta um olhar pra que ele doa insuportávelmente. (...)



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